Sustentabilidade

Coordenador do Campus Sustentável – CSUS/DEPI participa de debate sobre produção de energia limpa no Brasil na COP27

A 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-27, está acontecendo entre 6 a 18 deste mês, em Sharm El Sheikh, no Egito. Luiz Carlos Pereira da Silva, coordenador do Escritório Campus Sustentável (CSUS/DEPI) e diretor do Centro Paulista de Estudos da Transição Energética (CPTEn/FAPESP), representa a Unicamp e já participou do painel Infraestrutura de apoio à transição energética, no pavilhão brasileiro.

O painel discutiu o processo de implantação da energia limpa e destacou o Brasil na liderança desse trabalho, considerando a sua produção de hidrogênio verde, a partir da energia eólica e fotovoltaica, como a instalações em alguns edifícios da Unicamp.

Também participaram do painel Paulo Artaxo, professor da Universidade Estadual de São Paulo (USP) que trabalha com física aplicada a problemas ambientais, Elbia Gannoun, presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica) e Roberta Cox, coordenadora de licenciamento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

O professor Pereira também participará de outros painéis, como a discussão sobre o papel das universidades contra a emergência climática e o Brasil como potência verde na governança ambiental e do clima.

DEPI/GEARE apresenta trabalho na 4ª Conferência Campus Sustentável – Leiria – Portugal

A Coordenadoria de Gestão Ambiental e de Resíduos – GEARE, ligada à Diretoria Executiva de Planejamento Integrado – DEPI, apresentou um importante trabalho na 4ª edição da Conferência Campus Sustentável – CCS 2022 organizada pelo Instituto Politécnico de Leiria – Portugal.

O trabalho intitulado “Gestão de Resíduos Biológicos da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp – São Paulo – Brasil” foi selecionado para apresentação oral e teve como principal objetivo formalizar os procedimentos técnicos para o manejo dos resíduos biológicos nas unidades de ensino, pesquisa e extensão, não prestadoras de assistência à saúde, porém geradoras de resíduos biológicos.

Para essa formalização, os procedimentos técnicos já utilizados nas áreas de saúde, baseados nas legislações vigentes, foram reestruturados para abranger resíduos biológicos, não gerados em serviços de assistência à saúde, porém que precisam seguir as normas para uma destinação final ambientalmente adequada. 

Após elaboração dos procedimentos, 32 unidades e órgãos, abrangendo 105 servidores das áreas de ensino, pesquisa e extensão foram orientados. Dentre as unidades treinadas, podemos citar as Faculdades de Engenharia de Alimentos, Engenharia Química e Engenharia Agrícola, Instituto de Química, Centro Multidisciplinar de Investigação Biológica na Área da Ciência de Animais de Laboratório, entre outras.

Concomitante à implantação dos procedimentos técnicos nas áreas, houve uma instrução para os geradores dos resíduos registrarem o resíduo biológico gerado, no sistema de gerenciamento on-line de resíduos – SIGOR, administrado pelo órgão fiscalizador Companhia Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB.

Os procedimentos e orientações despertaram aos geradores uma visão crítica do manejo dos resíduos biológicos na sua área de atuação, desencadeando ações para não geração, redução, reutilização e reciclagem de resíduos, em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS. Houve também uma sensibilização dos servidores a compartilhar o conhecimento adquirido no seu local de trabalho, capilarizando o aprendizado, aumentando a rede de divulgação das questões de gestão de resíduos e evidenciando a etapa de segregação que possibilita o reuso/reciclagem do resíduo.

Este trabalho constitui parte importante da atuação da GEARE para o manejo seguro dos resíduos perigosos gerados nas unidades e órgãos da Universidade.

DEPI/GEARE realiza a 1ª edição do curso para elaboração do Plano de Gestão de Resíduos Local – PGRL para as áreas administrativas

DEPI/GEARE realiza a 1ª edição do curso presencial para elaboração do Plano de Gestão de Resíduos Local – PGRL nas áreas administrativas, de todos os campi da Unicamp. O curso é oferecido pela GEARE através da EDUCORP. Nesta etapa foi priorizada a formação das unidades e órgãos que não geram resíduos perigosos. Estão participando 19 unidades e órgãos, num total de 25 servidores.

Amanda Almeida e Washington Roberto, da equipe GEARE, ministrantes do curso

Essa formação foi planejada e coordenada pela Educação para a Gestão de Resíduos da GEARE e faz parte do plano de capacitação para a ferramenta PGRLe para capilarização do Programa de Gestão de Resíduos da Unicamp, bem como dos Protocolos de Manejo de cada tipologia de resíduo. Foram abordados no curso: a prevenção da geração de resíduos, o Programa de Resíduos da Construção Civil e o Sistema Estadual de Gerenciamento Online de Resíduos Sólidos da CETESB (SIGOR). No Módulo V do curso os alunos visitaram, em 29/09/2022, a DEPI/GEARE para conhecerem o PGRL DEPI e sua implantação.

Para outubro os alunos do curso irão montar suas comissões e equipes locais, para elaboração dos seus PGRLs com a assessoria da GEARE. Em novembro e dezembro as unidades/órgãos apresentarão seus PGRLs.

A GEARE atua em consonância com as orientações da Câmara Técnica de Gestão de Resíduos (CTGR) e os Programas Ambientais da Universidade validados, visando atender a legislação Federal, Estadual, Municipal e da própria Universidade.

Regina Micaroni, Coordenadora do GEARE

Grupo de trabalho realiza análise de viabilidade da instalação de painéis fotovoltaicos para casas da Moradia Estudantil da Unicamp

Durante os trabalhos do Grupo Moradia Sustentável, composta por professores, alunos e funcionários da Unicamp, foi formado o grupo do Subprojeto de Estrutura, com o objetivo de auxiliar na análise de viabilidade da instalação de painéis fotovoltaicos para geração de energia nas coberturas das casas da Moradia Estudantil da Unicamp e, para isso, seria necessário avaliar algumas características estruturais das casas. Esta é uma das muitas iniciativas sustentáveis para a Moradia.

Para auxiliar na avaliação, foi disponibilizado um questionário online (“Formulário de Estudo Estrutural da Moras”), permitindo que os próprios moradores indicassem os problemas existentes nas estruturas. Alunos de graduação e pós graduação da Unicamp, moradores e ex-
moradores auxiliaram durante todo o processo: na elaboração do questionário; no desenvolvimento do formulário on line, fazendo campanhas de divulgação e incentivo ao preenchimento; percorrendo as casas durante seus períodos de folga para auxiliar os moradores neste preenchimento. São eles: Francisca Dulcinéia Da Cruz Gomes, Jaqueline de Andrade Estevos, Helen Tomina, Francisca Elisa Rocha (Chica), Leonardo Soares Pereira, Nath
Cordeiro, Letícia Gouveia e Ruan Medeiros. Foram obtidas respostas de 152 casas.

A Eng. civil Adriana B. Dieguez, da Coordenadoria de Sustentabilidade (CSUS) da DEPI (Diretoria Executiva de Planejamento Integrado), compilou todas as informações das respostas em um relatório e organizou todo o levantamento fotográfico das casas, o qual foi disponibilizado para o Prof. Luiz Carlos de Almeida (FECFAU/UNICAMP), que elaborou um laudo estrutural de todas as unidades.

A planilha eletrônica contendo todos os dados levantados no questionário foram disponibilizados para a equipe da Coordenadoria de Geoprocessamento da CSUS, composta pelos geógrafos Vanderlei Braga, Marcelo Albieri, Renato Campagnoli e William Chinelato e
pela estagiária Cristiane Galvão, que incorporaram as informações das respostas ao questionário na base de dados (camada) geográfica da Moradia. Isso possibilitou a criação de um painel de controle (dashboard) que mostra o mapa georreferenciado com a distribuição geográfica das casas, além de indicadores e gráficos criados a partir da camada geográfica.

Uma das suas principais funcionalidades é que, ao clicar em cima de qualquer gráfico, o mapa é filtrado com o atributo escolhido no gráfico. Por exemplo, no gráfico “Casas que possuem cômodos com trinca no piso”, ao clicar sobre a porção “Sim”, o mapa irá mostrar apenas as casas que possuem este problema, conforme o questionário. O dashboard está disponível no Atlas da Unicamp (atlas.unicamp.br) ou diretamente neste link.

Além do objetivo proposto neste levantamento, toda essa documentação técnica produzida poderá orientar e subsidiar decisões e contratações das reformas necessárias na Moradia, não somente para conservar, mas também para transformar a Moradia em um local
estruturalmente, socialmente e ambientalmente sustentável.

Participação da DEPI – GEARE no SEMEIA 2022 rende visibilidade para programas de sustentabilidade na universidade

Desde 2016, a GEARE participa da Semana do Meio Ambiente – SEMEIA, com a Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Prefeitura Municipal de Campinas, com ações socioeducativas. No período de 4 a 15 de junho de 2022, foram oferecidas 123 atividades com a participação presencial e virtual de mais de dez mil pessoas. O tema da SEMEIA 2022 foi “O Clima muda… e você?”. Neste ano, a Unicamp indicou os professores doutores Edson Thomaz da FEQ e Herling Gregorio Aguilar Alonzo da FCM, que foram homenageados com o Diploma de Mérito Socioambiental “Professor Paulo Nogueira Neto”.

A semana em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente – Unicamp 2022, encerrou suas atividades com o evento realizado na Praça da Paz da Unicamp, promovido e organizado pela Diretoria de Planejamento Integrado (DEPI) e a Gestão Ambiental e de Resíduos (GEARE) no dia 15/06/2022.  Com o tema “Eu e a sustentabilidade na Unicamp”, o evento ofereceu atividades socioeducativas, em parceria com diversos órgãos da universidade. Na abertura, o Prof. Dr. Douglas Galvão, Diretor da Diretoria Executiva de Planejamento Integrado – DEPI, destacou os diversos programas e projetos da DEPI e da Unicamp relacionados à sustentabilidade em seu compromisso em ser uma universidade referência. O dia contou com a participação de aproximadamente 150 pessoas.

Audiodescrição: Em um teatro de arena, imagem em perspectiva e em plano geral de 30 pessoas sentadas nas arquibancadas circulares de concreto do local, voltadas para a direita da imagem. Ao fundo, há várias árvores de grande porte. Todos usam máscara de proteção respiratória e vestem roupas casuais de inverno. Imagem 10 de 19.
Audiodescrição: Em área externa, imagem frontal e à curta distância de um homem em pé que fala ao microfone sem fio segurando-o com a mão direita, enquanto gesticula com o braço esquerdo mantendo-o dobrado e projetado para frente, com a mão aberta. Ele está sob um amplo guardo sol. Às costas dele, em imagem desfocada, há um banner retangular. Ele usa óculos, máscara de proteção respiratória e veste um terno marrom. Imagem 14 de 19.

As atividades planejadas pela GEARE foram desenvolvidas de forma integrada com unidades e órgãos, para promover e dar visibilidade aos programas e projetos realizados cotidianamente, relacionados às questões da gestão ambiental local.

A GEARE desde 2014 incentiva as unidades e órgãos da Unicamp a capilarizar ações educativas locais aproveitando a semana comemorativa, onde destacamos:

A Faculdade de Tecnologia (FT) organizou a SEDEMA 2022, evento organizado pelo projeto de extensão GTCMA (Grupo de Tecnologias e Cuidados com o Meio Ambiente), com o apoio da FT. 

O CECOM realizou uma gincana on line, com funcionários do órgão, nos dias 04 e 11/06/2022, cujo tema “SER/AGIR SUSTENTÁVEL(MENTE)” foi de provocar a sensibilização quanto às iniciativas sustentáveis.

O NEPAM produziu vídeos para sensibilizar para o Dia Mundial do Meio Ambiente, onde cientistas da coalizão Ciência e Sociedade fazem um alerta sobre a urgência de se resgatar princípios e ações de proteção de ecossistemas naturais e populações vulneráveis.

Programação SEMEIA 2022: https://ambientecampinas.wixsite.com/semeia2022/programa%C3%A7%C3%A3o

Programação GEARE:

Floresta Urbana Unicamp A “Natureza” presente em nossas vidas – Hélio Cavalheri Júnior – Projeto Catalogação das árvores na Unicamp –  (com QR CODE) – DEPI – DMA – FECFAU https://floresta-urbana-unicamp-arcgis.hub.arcgis.com/ 

SEDEMA 2022 – FT Unicamp:

https://www.ft.unicamp.br/pt-br/noticias/semana-de-desenvolvimento-em-meio-ambiente-2022

Prefeitura do Campus:

Secretaria Executiva de Comunicação Unicamp (SEC):

https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2022/06/08/semana-do-meio-ambiente-da-unicamp-propoe-um-dia-na-praca-da-paz

https://www.unicamp.br/unicamp/noticias/2022/06/21/um-dia-na-praca-da-paz


NEPAM:

Casa do Lago Unicamp:

https://www.unicamp.br/unicamp/eventos/2022/05/31/domingo-no-lago-tem-programacao-especial-em-homenagem-ao-dia-mundial-do-meio

Agradecimentos:

Secretaria Executiva de Comunicação – informações para divulgação em diversas mídias, entrevistas, filmagens e reportagens com os atores da Floresta Urbana Unicamp; 

CECOM – Canto da Saúde, onde as enfermeiras Inajara e Meire reforçaram os cuidados com a saúde individual e coletiva, mesmo em eventos abertos;

FEF – atividades de alongamento com o funcionário Carlos Zamai e a aluna Vívian Xavier;

Funcionário Florêncio (GEARE), que contribuiu contando sobre a história da Praça da Paz;

FECFAU – funcionário Hélio Cavalheri que desenvolveu o Projeto Floresta Urbana em parceria com Vanderlei Braga (CSus), onde, em plataforma informatizada, identificou e catalogou as árvores daquela faculdade e de algumas árvores da Praça de Paz, com identificação por meio de placa QR-CODE, favorecendo o acesso às informações;  

FEAGRI – funcionário José Maria, do Projeto Recicle, que confeccionou móveis com a reutilização de paletes; 

CSUS – atividade educativa relacionada ao Campus Sustentável e Projeto Energia Limpa, coordenado pelo Prof. Luis Carlos, com os alunos de pós-graduação da FEEC, Paulo Ricardo e João Frederico; 

Restaurante Universitário – fornecimento de frutas da época para posterior compostagem;

FEM – aluno Júlio Ghigiarelli Majeau, com o registo e filmagem aérea do evento na praça;

O Coletivo Humus – alunos Gabriel e Wesley da FECFAU e outros alunos da FEAGRI, que apresentaram um protótipo de composteira;

Prefeitura do campus através da DMA/Áreas Verdes – plantio de duas árvores e caminhada educativa conduzida pelo funcionário Lauro e a aluna Amanda Mello, num roteiro visitando dez árvores identificadas com QR-CODE do Projeto Floresta Urbana Unicamp;

Projeto Olhos do Futuro, apresentado pela professora Danusia que também desenvolve o projeto Moradia Sustentável, coordenado pelo Prof. Dr. Luis Carlos;

FEEC – aluno Arlindo Baré que atua no projeto Campus Sustentável Energia Limpa.;

Agradecimento especial à equipe de Limpeza Urbana, coordenada pela Sra. Fernanda Paschotte.

Geógrafo da DEPI, Marcelo Albieri, desenvolve APP para coletar informações  geográficas e dos atributos das árvores

Mais de 14.400 árvores compõem a flora da Unicamp. Mata Atlântica, Cerrado, Amazônia, Pampa, Caatinga e Pantanal: espécies de todos os biomas brasileiros e de países como Austrália e África do Sul podem ser apreciadas. Árvores nativas e exóticas propiciam um ambiente saudável a quem acessa o campus de Campinas. Mas onde localizá-las e como identificá-las? Para levar essas informações à comunidade, o projeto Floresta Urbana está cadastrando as espécies em um aplicativo. Além disso, um projeto de arborização promete enriquecer ainda mais a flora dos três campi da Universidade.

Dos coloridos ipês a espécies nativas pouco conhecidas, como o jerivá, e estrangeiras, como baobá, um passeio pelo campus possibilita uma experiência sensorial e de aprendizado, além de frutos como pitanga, manga, cajá e jambo.

Por meio do projeto Floresta urbana, placas de QR Code estão sendo afixadas nas árvores para proporcionar a pesquisadores e leigos uma observação mais apurada das plantas. Ao apontar a câmera do celular para a placa, o usuário acessa dados como espécie, época de floração e frutificação, além de informações sobre o sentido cultural das árvores para diferentes grupos. 

O projeto também resultou em um mapa em que é possível conhecer a localização das árvores. Ele está disponível no Atlas da Unicamp e pode ser acessado diretamente neste link. “A Unicamp, à medida que realizava obras no campus, fez um levantamento topográfico que incluiu o mapeamento de árvores. Tivemos a ideia de unificar as informações em um mapa geral. Levantamos mais de 14 mil árvores e sua localização”, conta Vanderlei Braga, geógrafo e coordenador de Geoprocessamento da Coordenadoria de Sustentabilidade, ligada à Diretoria Executiva de Planejamento Integrado (DEPI).

Vanderlei Braga e Marcelo Albieri, da equipe de Geoprocessamento da Unicamp, que está colaborando com o projeto Floresta Urbana
Vanderlei Braga e Marcelo Albieri, da equipe de Geoprocessamento da Unicamp

Floresta Urbana foi idealizado pelo funcionário da Faculdade de Arquitetura e Engenharia Civil, Hélio Cavalheri. O servidor vem cadastrando, na plataforma, milhares de árvores da Unicamp. Seu levantamento identificou, até o momento, 1.969 espécies nativas e 901 exóticas. Também foi sua a ideia do QR Code. Algumas placas já foram colocadas em locais como Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FECFAU), Secretaria Executiva de Comunicação (SEC) e Praça da Paz. O aplicativo para coletar as informações  geográficas e dos atributos das árvores foi desenvolvido na Unicamp pelo geógrafo Marcelo Albieri, da DEPI. Ele também foi responsável por treinar Hélio no uso do app.

Assista à reportagem sobre a trajetória de Hélio Cavalheri:

A Flora como patrimônio do campus

A composição atual da flora do campus nasceu do envolvimento de muitas pessoas. O professor Hermógenes Freitas Filho, fundador da Divisão de Meio Ambiente (DMA), trouxe diversas espécies para a Unicamp. “Ele planejava um grande jardim botânico na Universidade. Foi então construído um viveiro de plantas ornamentais e espécies arbóreas”, conta Camila Santos, coordenadora do Serviço de Áreas Verdes da DMA. Essa construção deu início a uma coleção que, para ela, é um patrimônio ambiental e paisagístico.

Para Camila Santos, coordenadora da Divisão de Meio Ambiente da DMA, as árvores compõem o patrimônio ambiental e paisagístico da Universidade
Para Camila Santos, as árvores compõem o patrimônio ambiental e paisagístico da Universidade

Os professores Hermes Pereira e Mario Tamashiro também contribuíram para a diversidade de espécies no campus. Tamashiro trazia sementes de vários lugares e foi responsável por iniciar o mapeamento da flora, o que resultou no livro Árvores do campus. Esse mapeamento, conta a professora Ingrid Koch (Instituto de Biologia), foi a base para ampliar a identificação das espécies, hoje realizada em parceria com a DEPI, FECFAU e DMA.

Ingrid trabalhou junto aos professores e hoje integra a equipe do projeto Floresta Urbana. “O pontapé inicial foi essa tabela do professor Tamashiro, à qual estamos adicionando mais espécies”, diz. Para ela, o campus tem uma coleção preciosa, que enriquece o ensino em sala de aula com trabalhos de campo. Pesquisadores de outras instituições também vêm à Unicamp realizar estudos.

Ingrid Koch (IB) destaca que o mapeamento é objeto de estudos dentro e fora da Unicamp
Ingrid Koch (IB) destaca que o mapeamento colabora em projetos de pesquisa dentro e fora da Unicamp

Como lembra Maria Gineusa de Medeiros e Souza, coordenadora da DMA, as árvores do campus permitem diversas atividades de educação ambiental, como a Semana do Meio Ambiente, realizada em junho. “Essas atividades fazem parte de uma educação socioambiental, uma sensibilização que pode levar as pessoas a se apaixonarem pelas árvores”.

"As árvores do campus permitem diversas atividades de educação ambiental", afirma Maria Gineusa Souza, coordenadora da DMA
“As árvores do campus permitem diversas atividades de educação ambiental”, afirma Maria Gineusa Souza, coordenadora da DMA

Projeto prevê o plantio de mais árvores

A diversidade da flora da Unicamp será ampliada. O projeto Arborização dos Campi prevê o plantio de 800 árvores em quatro anos no campus de Campinas e 200 nos campi de Piracicaba e Limeira. Ele é desenvolvido pela Prefeitura Universitária, DEPI, Secretaria de Administração Regional (SAR), Moradia Estudantil, IB, CPQBA e FECFAU.

Melhora na qualidade do ar, alimento e conforto para a fauna local, redução das ilhas de calor e minimização do impacto da chuva são alguns dos benefícios da arborização. “O verde também traz bem-estar psicológico às pessoas. O contato com a natureza e o ar puro trazem descanso para a mente”, complementa Ingrid.

Melhora na qualidade do ar, alimento e conforto para a fauna local, redução das ilhas de calor e minimização do impacto da chuva são alguns dos benefícios da arborização
Melhora na qualidade do ar, alimento para a fauna, redução das ilhas de calor são alguns dos benefícios da arborização

Os projetos Floresta Urbana e Arborização dos campi integram um conjunto de medidas voltadas para a sustentabilidade: implantação de corredores ecológicos, recuperação de nascentes, Hub Internacional para o Desenvolvimento Sustentável, implantação de ônibus elétrico e da usina fotovoltaica, entre outros. São iniciativas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, aos quais a Universidade aderiu.

TEXTO

LIANA COLL

FOTOS

ANTONIO SCARPINETTI

EDIÇÃO DE IMAGEM

PAULO CAVALHERI

Link para notícia original no Jornal da UNICAMP:

https://www.unicamp.br/unicamp/ju/noticias/2022/06/15/arvores-da-unicamp-um-passeio-pelos-biomas-brasileiros?fbclid=IwAR0QgbCPO62sfDMC0G8Z-FYGvZT62RH-BD5vBXTe-1K28EE71pbid-uEqLE

2ª Edição de evento “Cantos que Encantam” será realizado pela DEPI-GEARE (evento adiado para 15/06)

Atenção, devido as chuvas, o evento foi adiado para dia 15/06

Na Semana do Meio Ambiente Unicamp 2022, cujo tema é “Eu e a sustentabilidade na Unicamp”, a SEMEIA Campinas, a Diretoria de Planejamento Integrado (DEPI) e a Gestão Ambiental e Resíduos (GEARE) realiza atividades no dia 10/06/2022 das 9h30 as 14 horas.

Em parceria com a Faculdade de Educação Física (FEF), a Prefeitura do Campus (através da Divisão de Meio Ambiente e Diretoria de Áreas Verdes), o Laboratório Fluxus, a Câmara Técnica de Educação Ambiental CTEA e a Câmara Técnica de Gestão Lixozero Unicamp CTGLZ., será realizado um encontro na Praça da Paz com a segunda edição do “Cantos que Encantam”.

A proposta é a de promover na comunidade universitária ações e práticas do dia a dia que contribuam para a sustentabilidade na Unicamp.
Serão realizadas diversas atividades recreativas: alongamento, caminhada com identificação de árvores com QR CODE, plantio de árvores e oficina lixo zero.

Ao término das atividades do evento, haverá degustação de pães

Semana do Meio Ambiente Unicamp 2022

Uso Sustentável e Cidadão da Praça da Paz

SEMEIA 2022

PROGRAMAÇÃO 10/06/2022 – “Um dia na Praça da Paz”

9:30 horas – Chegança

• Integração – Maria Gineusa de Medeiros e Souza e Washington Roberto Rodrigues da Silva.
• Segurança e saúde (CECOM) – Orientações GT Retomada Unicamp.

10:00 horas – Roda de Abertura

• Sustentabilidade – Alice Helena de Danielli, Arlindo Boré e Danusia Arantes Ferreira.
• A história da praça – Jorge Luiz Florêncio.
• Floresta Urbana Unicamp – Hélio Cavalheri Junior, Júlio Ghigiarelli Majeau e Vanderlei Braga.

10:30 horas – Canto da Saúde

• Alongamento com Carlos Zamai e Vívian Santos Xavier Silva.
• 10:50 horas – Canto Fauna e Flora
• Caminhada “Conhecendo as Árvores da Praça da Paz” – Amanda Alves de Mello e Lauro dos Santos – Áreas Verdes da Divisão de Meio Ambiente/Prefeitura Universitária.
• Plantio de árvores Pau-Brasil e Jambo doado pelo aluno Miquel da Cruz Almeida Rocha – IFCH.

11:40 às 12:40 horas – Conheça os Projetos e Programas

• LixoZero Unicamp – Profa. Dra. Emilia Wanda Rutkowski e Rebecca Lorenzetti Bezerra – FLUXUS
• Floresta Urbana Unicamp Catalogação das árvores com QR CODE – Hélio Cavalheri Júnior – DEPI – DMA – FECFAU.
• Usina Fotovoltaica da FEEC – Prof. Luiz Carlos Pereira da Silva – Campus Sustentável Energia Limpa Unicamp – João Ito e João Lucas.
• Coletivo Humus – Canto da Compostagem – projeto de alunos – FECFAU e FEAGRI

(Distribuição cartilha e biofertilizante).

• Projeto Recicle – José Maria da Silva – FEAGRI.

12:40 horas – Lanche – Pães da Oficina Pãodemia – Alunas do Programa UniversIDADE.

15:50 horas – Encerramento e Agradecimento aos Parceiros: Áreas Verdes DMA/Prefeitura Universitária, Campus Sustentável CTGE, CECOM, CTEA, CTG Lixo Zero Unicamp, FEF e FLUXUS.

Para acessar a programação completa da SEMEIA Campinas acesso os links:

https://portal.campinas.sp.gov.br/noticia/44607

https://ambientecampinas.wixsite.com/semeia2022

https://portal.campinas.sp.gov.br/noticia/44607

Confira um vídeo da produção dos pães que serão oferecidos através da iniciativa Pãodemia!

Criação da Coordenadoria de Sustentabilidade da UNICAMP

A Unicamp está em busca da sustentabilidade em seus campi desde os anos 2000, quando começaram as primeiras reuniões sobre a necessidade da criação de uma política ambiental, que, em um primeiro momento, foi representada pelo Grupo Gestor de Resíduos, junto à Coordenadoria Geral da Unicamp (CGU), criado através da Resolução GR-94/2003. A Política Ambiental para a Unicamp foi institucionalizada em novembro de 2010, através da Deliberação CONSU 533/2010, a partir do Grupo Gestor Ambiental/CGU. Como evolução à Política Ambiental, a Unicamp criou o Sistema de Gestão Universidade Sustentável, que culminou na criação do Grupo Gestor Universidade Sustentável (GGUS) através da Resolução 41/2014. Desde 2018, o GGUS integra o quadro da DEPI e colabora, através das Câmaras Técnicas de Gestão, com o levantamento e a assessoria nas áreas de sustentabilidade: Resíduos, Energia, Fauna e Flora, Educação Ambiental, Campus Inteligente e Recursos Hídricos.

Desde 2019, a DEPI realiza o levantamento de dados de sustentabilidade, a elaboração dos indicadores de sustentabilidade e a submissão desses indicadores ao sistema de ranqueamento de universidades sustentáveis UI GreenMetric, além de monitorá-los e de desenvolver projetos de melhoria em sustentabilidade para atividades de gestão, manutenção e operação da Unicamp. Até 2021, essa tarefa era escopo do Plano Diretor Integrado da Unicamp e, a partir da criação da Coordenadoria de Sustentabilidade, em 2022 (Diário Oficial do Estado de São Paulo de 13 de abril de 2022), passou a ser uma de suas responsabilidades, contribuindo para a gestão e melhoria contínua na transição para a Unicamp sustentável.

Considerando que o Planejamento Estratégico 2021-2025 da Unicamp explicitou o compromisso institucional com o desenvolvimento sustentável e o trouxe como visão de futuro para a Unicamp, associando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável aos Objetivos Estratégicos do Planes de forma transversal, a CSUS estabelece os seguintes parâmetros da essência: 

Missão: planejamento, concepção, monitoramento e gestão de processos recorrentes e atividades operacionais e de ensino, pesquisa e extensão, orientadas à sustentabilidade na Unicamp, sua comunidade acadêmica e entorno. 

– Visão: posicionar a Unicamp como referência latinoamericana de planejamento apoiado em dados e gestão sustentável de ativos humanos, naturais, estruturais e econômicos. 

Objetivos: 

  • assessorar a administração central e articular a comunidade acadêmica para implementação e acompanhamento da Política de Sustentabilidade. 
  • representar a Unicamp nas discussões locais, regionais, nacionais e internacionais sobre sustentabilidade em universidades. 
  • promover a cultura de decisão apoiada em dados e informações georreferenciadas na gestão da sustentabilidade na Unicamp.

Para alcançar esses objetivos, três áreas integram a CSUS: Campus Sustentável, Geoprocessamento e Grupo Gestor Universidade Sustentável. A equipe da CSUS é composta por: assessores docente Prof. Dr. Henrique Nogueira de Sá Earp e Prof. Dr. Luiz Carlso Pereira da Silva, coordenadora urbanista Dra. Thalita dos Santos Dalbelo, engenheiras civis Adriana Dieguez e Gabriela Marques Romero, engenheiro eletricista Glauco Niro, engenheiro mecânico Fernando Cesar Vieira, geógrafo Dr. Vanderlei Braga (coordenador de Geoprocessamento) e pelos profissionais (bacharéis e licenciados em Geografia) Marcelo de Campos Garcia Albieri, Renato Lopes Campagnoli e William Chinelato.

https://www.depi.unicamp.br/csus/

  • O Campus Sustentável realiza projetos na Unicamp na área de energia. Atualmente, compõe o quadro da Coordenadoria de Sustentabilidade da DEPI, com a visão de transformar a Unicamp em uma referência de Gestão Sustentável dos Recursos Humanos, Naturais e Econômicos. Para isso, sua missão é trabalhar com parceiros internos e externos à universidade na concepção, elaboração, contratação, execução, gerenciamento e divulgação de projetos especiais em sustentabilidade e eficiência sob o conceito de Laboratório Vivo. Um dos projetos realizados pelo Escritório Campus Sustentável é o Projeto Campus Sustentável, uma parceria entre a Unicamp e a CPFL Energia, que se iniciou em agosto de 2017, com investimento no âmbito dos programas de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) e PEE (Programa de Eficiência Energética) da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). O Projeto visa melhorar a infraestrutura do campus e, através do estudo e desenvolvimento de novas tecnologias, aprimorar o ensino e a pesquisa, transformando a Unicamp no maior Laboratório Vivo de Sustentabilidade Energética da América Latina. Atualmente, esta coordenadoria elabora projetos sustentáveis nas áreas de infraestrutura, meio ambiente, mobilidade, energia, mudanças climáticas, água, resíduos, ensino e pesquisa, desenvolvimento social e cultural. Os projetos são desenvolvidos no conceito de laboratórios vivos, espaços físicos e institucionais para processos colaborativos que agem sobre desafios complexos de cunho social e tecnológico do desenvolvimento sustentável. Neles podem existir parcerias público-privadas em que empresas, poder público e comunidade local criam soluções através de inovação, as experimentam, validam, desenvolvem protótipos e as apresentam ao mercado. Esse é um processo co-criativo que permite a integração efetiva entre pesquisa e inovação em um espaço físico determinado com a colaboração de profissionais técnicos e acadêmicos e usuários do espaço. As soluções desenvolvidas no território da Unicamp têm o potencial de impactar a mudança cultural na sociedade. Os campi da universidade devem constituir-se em nichos de transição para sustentabilidade, adotando a abordagem de problemas por meio de laboratórios vivos. A equipe do Campus Sustentável é coordenada pelo Prof. Dr. Luiz Carlos Pereira da Silva e possui mais de 80 colaboradores entre pesquisadores, funcionários, docentes e apoio externo. 

http://www.campus-sustentavel.unicamp.br/

  • A Coordenadoria de Serviço de Geoprocessamento tem a missão de criar, manter e disponibilizar informações e análises geográficas dos aspectos infraestruturais, ambientais e humanos sobre a Universidade, em várias escalas, com o propósito de subsidiar ações e políticas de gestão e planejamento, especialmente aquelas ligadas à sustentabilidade. Nesse sentido, torna-se uma ferramenta eficaz de planejamento e gestão do(s) território(s) da Universidade, além, de ser, ao mesmo tempo, um canal de comunicação e transparência com a comunidade interna e externa ao possibilitar a concentração, produção e disponibilização das informações geográficas de forma sistematizada e padronizada. Dessa forma, subsidia o planejamento e gestão da Universidade ao possibilitar a concentração, produção e disponibilização das informações geográficas de forma sistematizada e padronizada para as ações de curto, médio e longo prazos. Já disponibiliza a toda a comunidade interna e externa, através do Atlas da Unicamp (atlas.unicamp.br), um conjunto enorme de informações geográficas sobre diversos temas e categorias, indo ao encontro da proposta de uma Universidade mais transparente perante a sua comunidade, o seu entorno, o município, o estado, o país e o mundo. A implantação e consolidação da cultura do georreferenciamento e da inteligência geográfica para ações de gestão e planejamento é mais uma das expressões da Universidade em relação à sua forma de atuação e compromisso com a sociedade. O mapeamento e construção de um conjunto de informações geográficas físicas e humanas sobre a Unicamp, nas mais variadas escalas e sobre um leque enorme de temas (como ilustrado abaixo), permite compreender e enxergar a Universidade e o seu papel fundamental de ensino, pesquisa e extensão com outro olhar, permitindo novas interpretações da sua realidade. 

https://www.depi.unicamp.br/geo/

  • O Grupo Gestor Universidade Sustentável (GGUS), tem como missão construir, desenvolver e implementar políticas, diretrizes e normatizações para a universidade sustentável, tendo como fundamentos a melhoria contínua e o desempenho ambiental, econômico e social. O GGUS foi criado através da Resolução GR nº 41/2014 (alterada pela Resolução GR-29/2015) e é coordenado pelo Prof. Dr. Luiz Carlos Pereira da Silva. O GGUS é composto pelas Câmaras Técnicas de Gestão, que atuam como assessoras na integração do planejamento sustentável dos campi e nas soluções técnicas para problemas, visando à sustentabilidade da universidade. A contribuição das câmaras técnicas está fundamentada na experiência executiva, na integração e na capilaridade das ações de gestão da Unicamp como uma universidade sustentável. Compostas por docentes da Unicamp, convidados externos, pesquisadores e secretários executivos que auxiliam nas atividades de planejamento, de implantação e de gerenciamento das ações sustentáveis na Unicamp, cada câmara técnica está relacionada a uma categoria de sustentabilidade. Hoje existem nove câmaras em funcionamento:
  • I. CTGE – Câmara Técnica de Gestão de Energia;
  • II. CTGRH – Câmara Técnica de Gestão de Recursos Hídricos;
  • III. CTGFF – Câmara Técnica de Gestão de Fauna e Flora;
  • IV. CTGR – Câmara Técnica de Gestão de Resíduos;
  • V. CTEA – Câmara Técnica de Educação Ambiental;
  • VI. CTGCIn – Câmara Técnica de Gestão de Campus Inteligente;
  • VII. CTGLZ – Câmara Técnica de Gestão Lixo Zero;
  • VIII. CTGMob – Câmara Técnica de Gestão de Mobilidade;
  • IX. CTGDados – Câmara Técnica de Gestão de Dados.

https://www.depi.unicamp.br/ggus/

Transição Energética para o Estado de São Paulo é tema de Centro de Pesquisa da UNICAMP

imagem mostra logo do centro paulista de estudos da transição energética

“Aproximar a Universidade da gestão pública de energia no Estado e contribuir com o governo para que São Paulo faça uma transição energética mais adequada e acelerada”. Luiz Carlos da Silva, professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação da Universidade Estadual de Campinas (FEEC/Unicamp) e coordenador do GGUS – Grupo Gestor Universidade Sustentável (DEPI) , é categórico ao afirmar que a transição para fontes renováveis é uma das saídas para mitigar os impactos das mudanças climáticas. Foi a partir desse debate que se constituiu o Centro Paulista de Estudos da Transição Energética (CPTEn), aprovado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) no programa Centros de Ciência para o Desenvolvimento (CCDs).

O CPTEn promoverá pesquisas interdisciplinares a partir de oito eixos temáticos, reunindo engenheiros, economistas, advogados, educadores, cientistas da computação, políticos, geólogos e jornalistas. Essa ação se soma ao trabalho que vem sendo realizado desde agosto de 2017 na Cidade Universitária Zeferino Vaz, sede da Unicamp em Campinas.

“O projeto, que terá duração de cinco anos, só foi possível porque já tínhamos um laboratório vivo, o campus da Unicamp, para estudar problemas e as soluções utilizadas nas cidades do futuro. No Laboratório Vivo de Transição, Eficiência e Sustentabilidade Energética Campus Sustentável foi possível identificar problemas de gestão em um ambiente real, onde convivem diariamente cerca de 50 mil pessoas e onde há uma rede própria de energia elétrica, além de um sistema de mobilidade urbana. Esse ambiente serve de espaço de experimentação”, destaca o professor, assinalando a possibilidade de transposição das iniciativas para fora do ambiente universitário.

foto mostra professor luiz carlos pereira falando ao microfone
Luiz Carlos Silva: “O projeto do CPTEn só foi possível porque já tínhamos um laboratório vivo, o campus da Unicamp”  (foto: Antonio Scarpinetti)

Segundo o coordenador do CPTEn, a matriz energética brasileira é majoritariamente renovável, mas a produção de energia é um dos fatores de alto impacto ambiental, dadas as enormes emissões de poluentes ligadas ao setor. Além disso, o cenário nacional apresenta significativas falhas de eficiência.

“No Estado de São Paulo, são 30 mil unidades consumidoras ligadas à gestão estadual nos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Entre elas, temos 5 mil escolas públicas, hospitais e presídios”, exemplifica. São essas instalações com diferentes características que o CPTEn pretende estudar, buscando reduzir o desperdício.

O Brasil oferece acesso universal à energia elétrica, hoje disponível para mais de 99% da população. Mas é possível melhorá-lo. “Uma parcela dos consumidores tem acesso precário a ela, principalmente na Região Amazônica. Um dos temas que pretendemos abordar no CPTEn são soluções baseadas em energias renováveis para essas comunidades isoladas”, explica o coordenador.

O planejamento engloba também a formação de profissionais e usuários. “Um problema que atacaremos está na área de educação e capacitação, a chamada “reeducação energética”. As pessoas precisam reaprender a conviver com a energia, pois o desperdício contribui para a situação insustentável que vivemos”, explica. Isso é necessário, pois a transição energética traz muitas mudanças nas tecnologias associadas à produção, uso e gestão da energia elétrica. 

foto mostra locais da unicamp com placas de energia fotovoltaica
Iniciativas implementadas na Unicamp atuam em direção à transição energética. No campus de Barão Geraldo, painéis de energia fotovoltaica geram 534 kWp de energia (fotos: divulgação)

Outra questão a ser aprofundada no CPTEn é a contratação de energia. “Esperamos atuar para que os agentes públicos, grandes consumidores de energia, possam migrar para o mercado livre e assim comprar uma energia mais barata, diminuindo os custos dos serviços prestados pelo Estado, o que terá efeitos nos custos arcados pela sociedade”, esclarece. Conforme o pesquisador, essa ação visa a atingir cerca de 30 mil unidades consumidoras somente no Estado de São Paulo, podendo beneficiar também agentes públicos espalhados por todo o país. Organizado em dois grupos, o mercado de energia brasileiro é formado pelo Ambiente de Contratação Regulada (ACR) e o Ambiente de Contratação Livre (ACL). No ACL, existe concorrência entre os fornecedores para atender aos grandes clientes. A Unicamp, por exemplo, compra energia do ACL há quase duas décadas, economizando anualmente cerca de 10 milhões de reais. Nesse ambiente, a energia é mais barata, uma vez que os contratos são de longo prazo e há concorrência entre fornecedores. Com isso, alcança-se uma redução de 20% a 30%, comparado ao preço do ACR. Entretanto, a Unicamp é a única universidade pública inserida nessa negociação.

Acesso à informação 

Outra inovação que o Centro Paulista de Transição Energética (CPTEn) propõe é o Plano de Comunicação (PaCom), estimulando uma mudança cultural para o fomento da sustentabilidade. De acordo com Barbara Teruel, professora da Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) e coordenadora de comunicação do CPTEn, o acesso à informação científica é indispensável para a participação das pessoas nas tomadas de decisões de uma sociedade. Uma das principais atividades dessa estratégia é a produção de conteúdos sobre as pesquisas em desenvolvimento para público amplo e especializado.
 
“A meta é possibilitar que as realizações do Centro estejam acessíveis e façam sentido aos diversos públicos, contribuindo não apenas para o desenvolvimento dos diferentes projetos, mas também com uma mudança cultural que fomente a inovação e a sustentabilidade”, pondera a coordenadora. Além disso, o PaCom contribuirá para a formação de comunicadores e divulgadores de Ciência.

foto mostra ônibus elétrico que circula pela unicamp
Ônibus elétrico compõe a frota de circulares internos do campus. Um dos objetivos do Centro é fomentar uma mudança cultural na sociedade (foto: divulgação)  

Parcerias

O CPTEn conta com uma série de parceiros. Entre as universidades brasileiras, estão: Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo — campus Avançado São Paulo, Universidade Presbiteriana Mackenzie, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” — campi Sorocaba e São João da Boa Vista, Universidade de São Paulo, Universidade Federal de Goiás e Centro de Tecnologia de Informação Renato Archer. Dentre as estrangeiras, a Lappeenranta-Lahti University of Technology e a Delft University of Technology (TUDELFT), dos Países Baixos.  As empresas Companhia Paulista de Força e Luz, Companhia Piratininga de Força e Luz, Companhia Jaguari de Energia, RGE Sul Distribuidora de Energia S.A, Empresas Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobras) e a Radaz Indústria e Comércio de Produtos Eletrônicos Ltda, bem como a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo também apoiam o Centro. 

Hugo Figueroa, professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação (FEEC) e coordenador de parcerias do CPTEn destaca a importância das parcerias para a proposta. “A interação com essas instituições-parceiras permitiu a elaboração de um plano de trabalho com alto grau de originalidade, harmonioso, coerente e de altíssimo nível científico e de inovação, alinhado com a realidade do mercado e visando soluções efetivas para os problemas urgentes da sociedade paulista na questão da transição energética.”

Essas empresas mantêm um histórico de colaboração com os vários grupos de pesquisa da Unicamp que compõem a equipe do CPTEn. O objetivo é consolidar as atuais parcerias e ampliá-las, promovendo a conexão desse ecossistema com a academia e a indústria.

Formação

Mais de 165 pessoas estiveram envolvidas no desenvolvimento do Centro Paulista de Transição Energética (CPTEn). Dulcineia Cruz, graduanda da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM) da Unicamp, é bolsista no Campus Sustentável e participou da elaboração do Centro. Ela ressalta a importância desse percurso e o quanto tem aprendido sobre energias renováveis e eficiência energética. 

“Foi algo incrível participar do CPTEn desde seus primeiros passos. Como estudante da graduação, trabalhar ao lado de pessoas engajadas com a transição energética tem sido bastante motivador. A dedicação da equipe foi enorme”, finaliza.

Autor

Inácio de Paula – Campus Sustentável

Fotos

Divulgação

Fórum Permanente Especial: Desafios da Sustentabilidade, será realizado entre de 4 à 7 de junho de 2022

O alcance de uma sociedade sustentável está entre os maiores desafios do nosso século. Sensível a este tema, a UNICAMP reafirma o seu compromisso institucional inequívoco com a sustentabilidade.

Levando-se em consideração que o ano de 2022 marca os 50 anos da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, realizada em Estocolmo em junho de 1972, bem como os 30 anos da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (Rio 92), a UNICAMP realizará uma edição especial do seu programa Fórum Permanente, de 4 à 7 de junho de 2022, denominado “Desafios da Sustentabilidade”, para resgatar a importância destas datas, bem como lançar o Observatório da Sustentabilidade UNICAMP.

Inspirado pelos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas), o Fórum terá 21 mesas para debater os desafios do alcance da sustentabilidade com a participação de especialistas nestes temas . O evento contará, ainda, com oficinas educativas, atividades culturais, vídeo-banners  estandes com apresentação de práticas sustentáveis na UNICAMP.

Programação Completa:

Detalhes do evento

Período do evento: 04/06/2022 a 07/06/2022
Período de inscrição: 23/05/2022 a 05/06/2022

Vagas: 840

Evento: GRATUITO
A participação presencial dá direito a certificado.

OBS: Será obrigatório a apresentação de comprovantes de vacinação COVID-19 e uso de máscaras. 

Locais: IMECC, Museu Exploratório de Ciências, Casa da Lago e Auditórios do Centro de Convenções da UNICAMP.

Organizadores:

Fernando Antonio Santos Coelho | ProEC / UNICAMP.
Marcelo Cunha | GR /UNICAMP. 
Roberto Donato da Silva Júnior | GR / UNICAMP.

Comissão Organizadora Científica

Edson Tomaz – FEQ
Leila da Costa Ferreira – IFCH
Leonardo Tomazeli Duarte – FCA
Luís Renato Vedovato – FCA
Vanessa Gomes da Silva – FECFAU
Rubens Bedrikow – FCM
Thalita Dalbelo – DEPI
Wagner de Melo Romão – IFCH
Wesley Rodrigues Silva – IB
Zigomar Menezes de Souza – FEAGRI

Realização e Organização: Gabinete do Reitor | GR – Pró-Reitoria de Extensão e Cultura / ProEC.

audiodescrição: fotografia colorida da coordenadora de sustentabilidade da Unicamp, Thalita Dalbelo
Coordenadora de Sustentabilidade da DEPI-UNICAMP, Thalita Dalbelo, participa da organização do evento. (foto: Antonio Scarpinetti)

PROGRAMAÇÃO

04/06 (sábado)

9h às 17h30 – Oficinas Educativas – Desafios da Sustentabilidade (Clique aqui para programação das oficinas)
Abertas ao público com idade e formação acadêmica variadas. A participação dá direito a Declaração e carga horária.

Local: IMECC e Museu Exploratório de Ciências | UNICAMP.


05/06 (Domingo)

10h às 13h – Atividades Culturais “Domingo no Lago” – Desafios da Sustentabilidade

10h – Peça teatral “A viagem de um canudinho”.

11h – Toré com indígenas da etnia Kariri-Xocó, de Alagoas.

12h – Filme: “Fora de onde?” com a presença da atriz e doutoranda da UNICAMP, Pamella Villanova.

Local: Espaço Multiuso Casa do Lago UNICAMP.

15h – CREDENCIAMENTO

Centro de Convenções da UNICAMP.

16h – Cerimonial Oficial de Abertura – Autoridades.

Apresentação do Coral “Zíper na Boca”, Maestrina Vivian Nogueira.

Lançamento do Observatório da Sustentabilidade da UNICAMP.

Local: Auditório 3 | Centro de Convenções da UNICAMP.

16h30 às 18h – Mesa Inaugural – Sustentabilidade e Governança.

Mediadora: Lilian de Souza |Jornalista e Apresentadora.

Debatedor 1: Roberto Pereira Guimarães | FGV / RJ.

Debatedora 2: Thelma Krug | IPCC.

Debatedora 3: Izabella Teixeira |ONU. 

18h às 21h – Atividade Sociocultural Casa do Lago UNICAMP.


06/06 (segunda-feira)

8h – CREDENCIAMENTO

8h30 às 10h – ODS 01 – Erradicação da pobreza: acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares.

Local: Auditorio 3

Mediadora: Rachel Meneguello | PRPG.

Debatedor 1: Prefeitura de Piracicaba. (a confirmar)

Debatedores 2: Vandecleya Mouro | Secretária de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos e Gustavo di Tella Ferreira / Secretário Municipal de Trabalho e Renda /Prefeitura de Campinas.

Debatedor 3: Mario Botion | Prefeito de Limeira.

10h às 10h30 – Coffee Break | vídeo-banners e estande

Local: Ginásio Multidiciplinar da UNICAMP | GMU.

10h30 às 12h – ODS 02 – Fome zero e agricultura sustentável: acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável.

Local: Auditório 1

Mediador: Vanilde Esquerdo | FEAGRI / UNICAMP.

Debatedor 1: Zigomar Menezes de Souza | FEAGRI / UNICAMP.

Debatedor 2: Antonio Márcio Buianain| IE / UNICAMP.

Debatedora 3: Lucia da Costa Ferreira | IFCH/UNICAMP.

10h30 às 12h – ODS 07 – Energia limpa e desenvolvimento sustentável.

Local: Auditório 2

Mediador: Marcelo Pereira da Cunha | IE /UNICAMP.

Debatedor 1: Luiz Augusto Horta Nogueira | UNIFEI.

Debatedor 2: Marco Aurélio Pinheiro Lima | IFGW / UNICAMP.

Debatedor 3: Gonçalo Amarante Guimarães Pereira | IB /UNICAMP.

10h30 às 12h – ODS 03 – Saúde e bem-estar: assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.

Local: Auditório 3

Mediadora: Julicristie Machado de Oliveira | FCA / UNICAMP.

Debatedor 1: Paulo Saldiva | FM / USP.

Debatedora 2: Silvia Santiago DeDH | FCM / UNICAMP. 

Debatedor 3. (a confirmar).

13h30 CREDENCIAMENTO

14h às 15h30 – ODS 04 – Educação de qualidade: assegurar a educação inclusiva, e equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.

Local: Auditório 3

Mediador : Sandro Tonso | FT / UNICAMP.

Debatedora 1: Débora Cristina Jeffrey | FE / UNICAMP.

Debatedor 2: Marcos Sorrentino | UFBA.

Debatedora 3: Maria do Rosário Longo Mortatti | FFC / UNESP.

14h às 15h30 – ODS 05 – Igualdade de gênero: alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.

Local: Auditório 1

Mediadora: Anna Christina Bentes | IEL / UNICAMP.

Debatedora 1: Sônia Regina da Cal Seixas | IFCH/NEPAM / UNICAMP.

Debatedora 2: Paula Franco Moreira | Hivos.

Debatedora 3: Ana Maria Fonseca de Almeida | FE/ UNICAMP.

14h às 15h30 – ODS 06 – Água limpa e saneamento: garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos.

Local: Auditório 2.

Mediador: Roberto Luiz do Carmo | IFCH / UNICAMP.

Debatedor 1: Manuelito Pereira Magalhães Júnior | Presidente da SANASA.

Debatedora 2: Ana Elisa Abreu | IG / UNICAMP.

Debatedor 3: Marina/Ilha/FECFAU (a confirmar).

15h30 às 16h – Coffee Break / vídeo-banners e estande

Local: Ginásio Multidiciplinar da UNICAMP | GMU.

16h às 17h30 – ODS 07 – Energia limpa e acessível: garantir acesso à energia barata, confiável, sustentável e renovável para todos.

Local: Auditório 3

Mediadora: Bruna de Souza Moraes | NIPE/UNICAMP. 

Debatedor 1: Luiz Carlos Pereira da Silva | FEEC / UNICAMP.

Debatedor 2: Arnaldo Cesar Walter | FEM / UNICAMP.

Debatedor 3: Célio Bermann |IEE/USP. (a confirmar).

16h às 17h30 – ODS 09 – Indústria, inovação e infraestrutura: construir infraestrutura resiliente, promover a industrialização inclusiva e sustentável,  e fomentar a inovação.

Local: Auditório 2

Mediador: Newton Frateschi | Prefeitura de Campinas.

Debatedora 1: Ana Frattini | Inova/UNICAMP.

Debatedor 2: Fernando Galembeck | IQ/UNICAMP. 

Debatedor 3: Bruno Moreira |Inventta.

16h às 17h30 – ODS 10 – Redução das desigualdades: reduzir as desigualdades dentro dos países e entre eles.

Local: Auditório 1

Mediador: Wagner Romão | IFCH / UNICAMP.

Debatedor 1: Rubens Bedrikow | FCM / UNICAMP.

Debatedor 2: Elizeu Soares Lopes | Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo.

Debatedor 3: (a confirmar).


07/06 (terça-feira)

8h CREDENCIAMENTO

8h30 às 10h – ODS 11 – Cidades e comunidades sustentáveis: tornar as cidades e os assentamentos humanos e inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

Local: Auditório: 2

Mediador: Álvaro de Oliveira Dantona | FCA/UNICAMP.

Debatedora 1: Vanessa Gomes da Silva | FECFAU/UNICAMP.

Debatedor 2: Mariano Laplane | IE / UNICAMP.

Debatedora 3: Sarah Habersack | GIZ Brazil.

8h30 às 10h – ODS 12 – Consumo e produção responsáveis: assegurar padrões de consumo sustentáveis.

Local: Auditório 1

Mediadora : Emilia Wanda Rutkowski | FECFAU / UNICAMP. 

Debatedora 1: Maria Teresa Pedrosa Silva Clerici | FEA / UNICAMP.

Debatedor 2: Ademar Romeiro | IE / UNICAMP.

Debatedora 3: Fátima Portilho | UFRRJ.

8h30 às 10h – ODS 13 – Ação contra a mudança global do clima: tomar medidas urgentes para combater a mudança climática e seus impactos.

Local : Auditório: 3

Mediador: Jurandir Zullo Junior | CEPAGRI / UNICAMP.

Debatedora 1: Leila da Costa Ferreira | IFCH/ UNICAMP.

Debatedor 2: Paulo Artaxo | USP. 

Debatedora 3: Flávia Bellaguarda de Castro Chuery | LACLIMA.

10h às 10h30 – Coffee Break | vídeo-banners e estande

Local: Ginásio Multidiciplinar da UNICAMP | GMU.

10h30 às 12h – ODS 08 – Trabalho decente e crescimento econômico promover o crescimento sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo, e trabalho decente para todos.

Local: Auditório 3

Mediadora: Sandra Gemma | FCA/UNICAMP.

Debatedor 1: Silvio Beltramelli | PUC-Campinas / Ministério Público.

Debatedor 2: Ricardo Luiz Coltro Antunes | IFCH/UNICAMP. 

Debatedora 3: Helena Francisco da Silva | Cooperativa Acácia. 

10h30 às 12h – ODS 14 – Vida na água: conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares, e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

Local: Auditório 1

Mediadora: Cristiana Seixas | Nepam/ UNICAMP.

Debatedor 1: Alexander Turra | IO-USP.

Debatedora 2: Carina Costa de Oliveira/FD-UnB.

Debatedor 3: Martin Dias | Oceana.

10h30 às 12h – ODS 15 – Vida terrestre: proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda da biodiversidade.

Local: Auditório 2

Mediador : Roberto Donato da Silva Junior | FCA/UNICAMP.

Debatedora 1: Simone Vieira | NEPAM / UNICAMP.

Debatedor 2: Wesley Rodrigues | IB / UNICAMP.

Debatedor 3: Alexandre Martensen |UFSCar. 

13h30 CREDENCIAMENTO

14h às 15h30 – ODS 16 – Paz, justiça e instituições eficazes: promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimeto sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis.

Local: Auditório 3

Mediadora: Neri de Barros Almeida | IFCH / UNICAMP. 

Debatedora 1: Ana Elisa Spaolonzi Queiroz Assis |FE / UNICAMP.

Debatedor 2: Luis Renato Vedovato | FCA / UNICAMP.

Debatedor 3: Ademir José da Silva |OAB-Campinas.

14h às 15h30 – ODS 17 – Parcerias e meios de implementação: fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável.

Local: Auditório 1

Mediador: Paulo Sérgio Fracalanza | IE/UNICAMP.

Debatedor 1: Arlindo Philippi | USP.

Debatedor 2: Eduardo Viola | UnB.

Debatedor 3: Renzo Taddei |UNIFESP.

14h às 15h30 – Política Nacional do Meio ambiente: Legislação, Controle e Fiscalização.

Local: Auditório 2

Mediadora: Regina Clelia da Costa Mesquita Micaroni | DEPI/ GEARE /UNICAMP.

Debatedor 1: Edson Geraldo de Souza |Delegado da PF Campinas.

Debatedor 2: Marcelo Ryu | Coronel da BDAINFBL Campinas. 

Debatedora 3: Celina Rubiano da Silva | CETESB.

15h30 às 16h – Coffee Break | vídeo-banners e estande

Local: Ginásio Multidiciplinar da UNICAMP | GMU.

16h às 17h30 – Mesa de Encerramento: Ciência e Sociedade em diálogo pela sustentabilidade.

Local: Auditório 3

Mediador: Fernando Antonio Santos Coelho | ProEC/UNICAMP.

Debatedora 1: Maria Teresa Egler Mantoan | FE/UNICAMP.

Debatedor 2: Carlos Henrique Brito Cruz | UNICAMP/Elsevier.

Debatedor 3: Sergio Besserman Vianna | Puc-Rio.

17h30 – Encerramento

Para acessar a notícia original de divulgação do evento, acesse:
https://www.proec.unicamp.br/eventos/forum-permanente-especial-desafios-da-sustentabilidade-1